O Acervo Origens é uma iniciativa do violeiro, pesquisador e produtor musical Cacai Nunes e visa pesquisar, catalogar, divulgar e compartilhar conteúdos musicais na internet e em atividades culturais das mais diversas como shows, saraus, bailes de forró e programas de rádio. Ao identificar, articular e divulgar a música brasileira, sua história e elementos – entendidos como o conjunto entrelaçado de saberes, experiências e expressões de pessoas, grupos e comunidades, sobre os mais diversos temas – o ACERVO ORIGENS visa contribuir para a geração e distribuição de um valioso conhecimento, muitas vezes ignorado e disperso pelo território nacional.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Programa Acervo Origens - 06ago16

O Programa Acervo Origens desta semana mostra o som da viola de cocho, instrumento típico do Mato Grosso, reconhecido como patrimônio nacional e registrada no livro dos saberes do patrimônio imaterial brasileiro, nas mãos de Daniel de Paula, o balanço do forró de Azulão de Caruaru, as modas de viola de Mandi e Sorocabinha e os choros com o grupo candango Choro & Companhia.




1) Curva de rio (Daniel de Paula) com Daniel de Paula
2) Cocho no choro (Daniel de Paula) com Daniel de Paula
3) Lufada em viola de cocho (Daniel de Paula) com Daniel de Paula
4) Me orgulho de ser cantor (Bibiu do Acordeon - Biu da Banana) com Azulão
5) Quer chamego, tome (Brito Lucena - Azulão) com Azulão
6) Arte verdadeira (Herbert Lucena - Helder Isaac) com Azulão
7) Estúpido jeito de amar (Gilvan Neves) com Azulão
7) Por Mordi 5 mil Réis (Sorocabinha) com Mandi e Sorocabinha
8) Depois das Eleições (Mandi) com Mandi e Sorocabinha
9) Batizado do sapinho (Mandi) com Mandi e Sorocabinha
10) Mariazinha sentada na pedra (Ernestro Nazareth) com Choro & Companhia
11) Jangadeiro (Ernestro Nazareth) com Choro & Companhia
12) Matuto (Ernestro Nazareth) com Choro & Companhia
Pesquisa, Produção e apresentação: Cacai Nunes
Redação: Gabriela Tunes

terça-feira, 2 de julho de 2013

Programa Acervo Origens - 29jun13

tá no ar o Programa Acervo Origens da semana com a flauta de Carlos Poyares, as modas de Zita Carreiro e Carreirinho, os forrós de Azulão, a viola moderna de João Arruda e os sambas de Beth Carvalho no quadro O ACERVO É SEU.


1) Seresteiro (Pixinguinha), com Carlos Poyares
2) Molando (Jaime Florence - Augusto Mesquita), com Carlos Poyares
3) Paciente (Pixinguinha), com Carlos Poyares
4) Apanhei-te cavaquinho Ernesto Nazareth), com Carlos Poyares
5) Mundo vazio (Carreirinho - Pardinho), com Zita Carreiro e Carreirinho
6) Dois ladrões (Carreirinho), com Zita Carreiro e Carreirinho
7) Canção de um soldado (Carreirinho), com Zita Carreiro e Carreirinho
8) Ainda sou romeiro (José Silva - Francisco Azulão), com Azulão
9) Depois da novena (Assisão - João da Comdil), com Azulão
10) Machado corta (José Marcolino), com Azulão
11) Águas Rio Abaixo (João Arruda), com João Arruda
12) Pife de taboca (Luis Campos- João Arruda), com João Arruda
13) Círculos (João Arruda), com João Arruda
O ACERVO É SEU, atendendo ao pedido da Márcia Lopes, moradora do Lago Sul
14) Agoniza mas não morre (Nelson Sargento), com Beth Carvalho
15) Meu caminho (Nelson Cavaquinho - Guilherme de Brito), com Beth Carvalho
16) Vou festejar (Jorge Aragão - Dida - Neoci), com Beth Carvalho

Programa Acervo Origens, todo sábado às 19h na Nacional Brasília FM 96,1mhz ou no www.acervoorigens.com

Pesquisa, produção e apresentação: Cacai Nunes Redação: Gabriela Tunes Digitalização do Acervo: Renato Menguele

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Azulão - Tempero de Caboclo (21/09/2011)

Francisco Bezerra de Lima, pela mania que tinha de usar somente roupas azuis, acabou virando Azulão. Francisco nasceu em Brejo de Taquara, distrito de Caruaru, em 1942. Seus tios eram músicos em Caruaru, e aos 9 anos, o garoto Francisco já se arriscava na cantoria. Nesse período, ele vendia picolé na rua, e, de vez em quando, apresentava-se na Rádio Difusora. Assim, ele foi lentamente ganhando fama. Só não ganhou altura, porque chegou apenas a 1,45 m. Mas o pequeno tamanho conseguia concentrar uma voz vigorosa, um carisma incrível e muita malandragem. Na década de 1960, já fazia sucesso, e o público pedia suas músicas no rádio. Foi em 1964 que o Mestre Camarão o convidou para ser vocalista da famosa Bandinha do Camarão. Com a Bandinha, Azulão gravou dois LPs. Em 1975, gravou seu primeiro LP solo, e, depois disso, Azulão não parou de emplacar um sucesso atrás do outro. Vários grandes artistas gravaram composições de Azulão, como Marinês, Genival Lacerda, Jacinto Silva, Os Três do Nordeste, Marinalva, Joana Angélica, Déo do Baião, Valmir Silva e outros. Esse é o segundo disco da carreira solo de Azulão. Só tem música boa. Aproveitem!


Lado A

1-Pobre matuto (Janduhy Finizola da Cunha (Janduhy Finizola)
2- Quem tem sorte tem prazer (Gilvan Neves-Americo)
3- Tempero de caboclo (Tiago Duarte)
4- Machado Corta (José Marculino)
5- Chalero ela (Brito Lucena-Ivan Ferraz)
6- Eu e a saudade (Juarez Santiago)

Lado B

1-Ainda sou romeiro (José Silva-Francisco Azulão)
2-Coração em festa (Agripino Aroeira)
3- Menina da capoeira (Janduhy Finizola da Cunha (Janduhy Finizola)
4-Palmeira do amor (José Orlando-Lidio Cavalcante)
5-A velha se afogando (José Silva-Nunes Ernandes)
6-Depois da novena (Assisão-João do Condil)