O Acervo Origens é uma iniciativa do violeiro, pesquisador e produtor musical Cacai Nunes e visa pesquisar, catalogar, divulgar e compartilhar conteúdos musicais na internet e em atividades culturais das mais diversas como shows, saraus, bailes de forró e programas de rádio. Ao identificar, articular e divulgar a música brasileira, sua história e elementos – entendidos como o conjunto entrelaçado de saberes, experiências e expressões de pessoas, grupos e comunidades, sobre os mais diversos temas – o ACERVO ORIGENS visa contribuir para a geração e distribuição de um valioso conhecimento, muitas vezes ignorado e disperso pelo território nacional.
Mostrando postagens com marcador ForróKimbó. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ForróKimbó. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de março de 2022

Programa Acervo Origens - 26mar22

O Programa Acervo Origens desta semana apresenta Pernambuco do Pandeiro e seu Regional tocando choros de K-Ximbinho, Severino Araújo e Sivuca, sambas com a Dupla Ouro e Prata, os encontro das violas de Adelmo Arcoverde e João Lyra, o grupo ForróKimbó, atuante nos forró do DF nos anos 70 e a linda voz de Elis Regina em músicas que saíram em seus raros compactos.


1) Eu quero é sossego (K-Ximbinho) com Pernambuco do Pandeiro e seu Regional
2) Um chorinho pra você (Severino Araújo) com Pernambuco do Pandeiro e seu Regional
3) Vai mesmo (Ataulfo Alves) com Pernambuco do Pandeiro e seu Regional
4) Homenagem à velha guarda (Sivuca) com Pernambuco do Pandeiro e seu Regional

5) Palco da ilusão (Dupla Ouro e Prata - Moacyr Costa) com Dupla Ouro e Prata
6) Ilusão de caboclo (J. Oliveira - Sidney Moraes) com Dupla Ouro e Prata
7) Morena linda (F. S. Valdez - Juan de Dios Filiberto / Versão de Brinquinho e Brioso) com Dupla Ouro e Prata
8) Sem ela (Dupla Ouro e Prata) com Dupla Ouro e Prata

9) Três histórias (João Lyra -Ivanildo Maciel) com João Lyra e Adelmo Arcoverde nas violas / Maurício Carrilho no violão baixo, João Lyra na percussão e efeitos
10) Disparada (Geraldo Vandré - Théo de Barros) com João Lyra e Adelmo Arcoverde nas violas / Maurício Carrilho na percussão
11) No quintal do matuto (João Lyra) com João Lyra e Adelmo Arcoverde nas violas / Maurício Carrilho no violão baixo, João de Aquino nas congas, João Lyra no triângulo

12) Forró-Quimbó (Kim de Oly - Edinho Maia) com ForróKimbó
13) Forró badalação (Kim de Oly) com ForróKimbó
14) Ei pissiti (Kim de Oly - Antônio Cecílio) com ForróKimbó
15) Estou morrendo de saudade (José Carlos - Castanheiro) com ForróKimbó

16) Canção De Não Cantar (Sérgio Bittencourt) com Elis Regina
17) A fia de Chico Brito (Chico Anysio) com Elis Regina
18) Deixa (Baden Powell - Vinicius de Moraes) com Elis Regina
19) Ye-melê (Luiz Carlos Vinhas - Chico Feitosa) com Elis Regina
20) Jogo de roda (Edu Lobo - Ruy Guerra) com Elis Regina

Pesquisa, produção e apresentação: Cacai Nunes

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Programa Acervo Origens - 12jan19

O Programa Acervo Origens desta semana destaca as valsas eternas no acordeon de Antenógenes Silva, as modas, guarânias e cateretês com Zilo e Zalo, Irmãs Galvão e Zé do Rancho, o violão potente de Baden Powell em músicas gravadas em 1969 e a mistura de forró com carimbo com o Grupo Forró-Quimbó, radicado no DF, e que teve grande êxito no final dos anos 70 e início dos anos 80. 



1) Luar de Paris (Antenógenes Silva) com Antenógenes Silva
2) Num bosque florido (Antenógenes Silva) com Antenógenes Silva
3) Razão do meu sofrer (Antenógenes Silva) com Antenógenes Silva
4) Última serenata (Antenógenes Silva) com Antenógenes Silva

5) O milagre do ladrão (Léo Canhoto - Zilo) com Zilo e Zalo
6) Cantando (Mario Zan - Arlindo Pinto) com Duo Irmãs Celeste
7) Não me abandones (Zacarias Mourão - Zé do Rancho) com Irmãs Galvão
8) Resposta da Mariquinha (Zé Batuta - Quintino Elizeu) com Zé do Rancho e Mariazinha
9) Pombinha Mensageira (Belmonte - Junqueira) com Belmonte e Amaraí

10) Ao meu amigo Pedro Santos (Baden Powell) com Baden Powell
11) Formosa (Vinicius de Moraes - Baden Powell) com Baden Powell
12) Iemanja (Baden Powell) com Baden Powell
13) Lamentos (Pixinguinha) com Baden Powell

14) Por entre sons de viola (Belizario - Diferraz) com Forró-Quimbó
15) Forró badalação (Kim de Oly) com Forró-Quimbó
16) Querido Maceió (Paulo Jitirama - Josilima) com Forró-Quimbó
17) Estou morrendo de saudade (José Carlos - Castanheiro) com Forró-Quimbó
16) Forró-Quimbó (Kim de Oly - Edinho Maia) com Forró-Quimbó

Pesquisa, Produção e apresentação: Cacai Nunes

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Programa Acervo Origens - 03out15


O Programa Acervo Origens​, em seu retorno à produção de programas inéditos, apresenta o 1º e 4º movimentos da Suíte Retratos, composição de Radamés Gnattali, com a interpretação de Jacob do Bandolim e Chiquinho do Acordeon com Raphael Rabello, um repente em homenagem a Robert Johnson com Téo Azevedo, o forró candango do ForróQuimbó, a voz sertaneja de Sérgio Reis e mais forrós com o grande compositor Antonio Barros.

Pesquisa, produção e apresentação: Cacai Nunes​
Redação: Gabriela Tunes





1) 4º Movimento da Suíte Retratos - Chiquinha Gonzaga (Radamés Gnattali) com Jacob do Bandolim
2) 1º Movimento da Suíte Retratos - Pixinguinha (Radamés Gnattali) com Chiquinho do Acordeon e Raphael Rabello
3) A balada de Robert Johnson ( Braúlio Tavares - Sebastião da Silva) com Téo Azevedo e participação de Antonio Nóbrega
4) Forró Quimbó (Kim de Oly - Edinho Maia) com ForróKimbó
5) Estou morrendo de saudade (José Carlos - Castanheiro) com ForróKimbó
6) Me dá um cheirinho (Jorge Rangel - Edinho Maia) com ForróKimbó
7) Forró Badalação (Kim de Oly) com ForróKimbó
8) Chico Mineiro (Tonico - Francisco Ribeiro) com Sérgio Reis
9) Saudade de minha terra (Goiá - Belmonte) com Sérgio Reis
10) Cavalo Preto (Anacleto Rosas Jr) com Sérgio Reis
11) Pode ir (Antonio Barros - Gama Jr) com Antonio Barros
12) Recordando Pau de Arara (Cecéu) com Antonio Barros
13) Onde anda Rita (Antonio Barros) com Antonio Barros
14) Segura o machucado (Cecéu) com Antonio Barros

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Programa Acervo Origens - 09maio15

No ar o Programa Acervo Origens com a bela voz de Roberto Fioravanti, as emboladas de Chico Antônio, as modas com o Duo Irmãs Celeste, o forró candango do Forrókimbó e os sambas de João Bosco





1) Lua Branca (Chiquinha Gonzaga), com Roberto Fioravanti com Conjunto Serenata
2) Flor do mal (Santos Coelho), com Roberto Fioravanti com Conjunto Serenata
3) Ontem ao luar (Catullo da Paixão Cearense - Pedro de Alcântara), com Roberto Fioravanti com Conjunto Serenata
4) Curió da beira-mar (Chico Antônio), com Chico Antônio e Paulírio
5) Vou no mar (Chico Antônio), com Chico Antônio e Paulírio
6) Usina (Chico Antônio), com Chico Antônio e Paulírio
7) Desilusão (Orlando Barros - Mario Zan), com Duo Irmãs Celeste
8) Só você (Bernadette Alvardeira - Tranzilo), com Duo Irmãs Celeste
9) Manakiriki (Elpídio dos Santos - Mario Zan), com Duo Irmãs Celeste
10) Forró badalação (Kim de Orly), com Forrókimbó
11) Forró-quimbó (Kim de Orly - Edinho Maia), com Forrókimbó
12) Estou morrendo de saudade (José Carlos - Castanheiro), com Forrókimbó
13) O ronco da cuíca (João Bosco - Aldir Blanc), com João Bosco
14) O rancho da goiabada (João Bosco - Aldir Blanc), com João Bosco
15) Incompatibilidade de gênios (João Bosco - Aldir Blanc), com João Bosco

Programa Acervo Origens, todo sábado às 19h na Nacional Brasília FM 96,1 ou on line no www.acervoorigens.com

Apresentação: Cacai Nunes
Redação: Gabriela Tunes

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Programa Acervo Origens - 17maio14

No ar o Programa Acervo Origens com a bela voz de Roberto Fioravanti, as emboladas de Chico Antônio, as modas com o Duo Irmãs Celeste, o forró candango do Forrókimbó e os sambas de João Bosco




1) Lua Branca (Chiquinha Gonzaga), com Roberto Fioravanti com Conjunto Serenata
2) Flor do mal (Santos Coelho), com Roberto Fioravanti com Conjunto Serenata
3) Ontem ao luar (Catullo da Paixão Cearense - Pedro de Alcântara), com Roberto Fioravanti com Conjunto Serenata
4) Curió da beira-mar (Chico Antônio), com Chico Antônio e Paulírio
5) Vou no mar (Chico Antônio), com Chico Antônio e Paulírio
6) Usina (Chico Antônio), com Chico Antônio e Paulírio
7) Desilusão (Orlando Barros - Mario Zan), com Duo Irmãs Celeste
8) Só você (Bernadette Alvardeira - Tranzilo), com Duo Irmãs Celeste
9) Manakiriki (Elpídio dos Santos - Mario Zan), com Duo Irmãs Celeste
10) Forró badalação (Kim de Orly), com Forrókimbó
11) Forró-quimbó (Kim de Orly - Edinho Maia), com Forrókimbó
12) Estou morrendo de saudade (José Carlos - Castanheiro), com Forrókimbó
13) O ronco da cuíca (João Bosco - Aldir Blanc), com João Bosco
14) O rancho da goiabada (João Bosco - Aldir Blanc), com João Bosco
15) Incompatibilidade de gênios (João Bosco - Aldir Blanc), com João Bosco

Programa Acervo Origens, todo sábado às 19h na Nacional Brasília FM 96,1 ou on line no www.acervoorigens.com

Apresentação: Cacai Nunes
Redação: Gabriela Tunes

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Grupo ForróKimbó - Forró Quimbó (04/05/2011)

Olha aí, mais um pé-de-serra candango, da época que Brasília tinha mais poeira do que concreto. Como o Acervo Origens já mencionou várias vezes, é difícil encontrar informações sobre os trios de forró brasilienses porque eles fizeram uma história que foi parcamente registrada. O forró começou em Brasília junto com a construção da cidade. Isso tem a ver, é claro, com as pessoas que vieram para cá. Entre os pioneiros, havia muitos nordestinos. De fato, a região sudeste foi a origem da maior parte dos pioneiros em Brasília. Em segundo lugar, ficou a região nordeste. O padrão de migrantes em Brasília, contudo, refletia as disparidades sócio-econômicas do restante do país: aqueles vindos do sudeste possuíam maior renda (inclusive porque boa parte do quadro da administração federal era formada por cariocas), enquanto os nordestinos eram mais pobres. Assim, naturalmente, houve grande afluxo de nordestinos para os acampamentos e para as cidades satélites (embora, convém ressaltar, foram também muitos nordestinos que se instalaram na região central do Distrito Federal).  Mas nem tudo saiu como o planejado. Alguns dos acampamentos, criados para serem posteriormente destruídos, permanecem até hoje, porque seus habitantes se recusaram a sair. Esse foi o caso a Cidade Livre, criada em 16 de dezembro de 1956, com o intuito de servir como almoxarifado durante a construção de Brasília, que acabou se convertendo em um importante centro. Nela havia um comércio dinâmico, em que funcionavam padarias, açougues, hotéis, empresas de transportes, lojas de confecções, restaurantes, cinemas, feiras, carpintarias, agências bancárias, lojas de automóveis, quitandas, colégios, escolas. Se tinha tanta vida na Cidade Livre, havia também diversão. Um dos locais mais lembrados pelos pioneiros era a famosa a Casa de Mariazinha, que abrigava os boêmios da Cidade Livre.  Considerando a maciça presença de nordestinos, é evidente que ali havia música nordestina, tanto tocada em rádios e vitrolas, quanto executada ao vivo por migrantes que chegavam em Brasília trazendo instrumentos. De fato, há referências à presença marcante da música nordestina na Cidade Livre. Havia os famosos alto-falantes no topo dos postes, que jorravam música nordestina. Pioneiros falam também da existência de instrumentos à venda no comércio da Cidade Livre. Eronildes Queiroz, um pernambucano que chegou ao planalto central na década de 1950, discorrendo sobre a riqueza do comércio da Cidade Livre, em entrevista concedida ao Arquivo Público do Distrito Federal, afirmou: “ia lá no Bandeirante, comprava uma sanfona, outro comprava um violão, outro comprava um radiozinho”. De fato, a música nordestina foi a trilha sonora dos candangos mais humildes. O eminente musicólogo José Ramos Tinhorão, na obra “Os Sons que Vêm da Rua”, no capítulo dedicado ao forró, cita Brasília como um dos três grandes centros de produção do forró, juntamente com o Rio de Janeiro e São Paulo. Para Tinhorão, os forrós eram casas de dança, onde eram tocados ritmos nordestinos, principalmente o baião, o xote, o xaxado, e outros, geralmente por trios formados por zabumba, triângulo e sanfona. Afirma ele:
“Surgidos durante a segunda metade da década de 1950, quando a migração de nordestinos para o Rio de Janeiro São Paulo e Brasília tinha chegado ao seu auge, na esteira da eufórica construção da capital e da correria imobiliária paralela à explosão industrial na região Centro-Sul, os forrós constituíram um curioso exemplo de acomodação de interesses e expectativas culturais no âmbito das camadas mais humildes daquelas três cidades”.
Tinhorão afirma, também, que os nordestinos migrantes, que vinham de áreas rurais ainda presas a um sistema de exploração da terra praticamente feudal, eram mão de obra sem nenhuma especialização, de forma que serviam somente à construção civil. Como Brasília era um imenso canteiro de obras, aqui eles tinham fartas oportunidades, ainda que o trabalho e a vida fossem duros e cheios de sacrifícios. É interessante o modo como Tinhorão descreve a gênese dos salões de forró. Segundo ele, era nos intervalos do árduo trabalho (sempre às noites de segunda a sábado, e tardes de domingo), que os trabalhadores vindos de diversos pontos do nordeste, tentavam retomar seus contatos culturais. Para isso, era necessário conciliar suas diferenças culturais, o que foi realizado com extrema criatividade. Ele conta que os nordestinos da área rural, que traziam a tradição das cantorias com viola, rabeca e sanfona, encontravam-se com os tiradores de côco da zona litorânea, fortemente ligados à percussão. Segundo ele, em Brasília esse processo foi ainda mais rico, porque havia ainda a presença de goianos da zona violeira, de mineiros ligados à música rural e urbana e de cariocas, ligados ao samba e ao choro. Os migrantes nordestinos compartilhavam o orgulho de suas raízes de tinham consciência da originalidade de suas criações, de forma que fizeram esforços para conservá-las e valorizá-las. Dentre esses esforços, havia, logicamente, a realização de eventos periódicos com música; também havia estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes e casas de espetáculos, cujos proprietários abrigavam bailes de arrasta-pé. Havia também produtores culturais que promoviam apresentações e eventos independentes, com artistas de Brasília e convidados de outros locais. Inclusive grandes nomes do forró no Brasil vinham a Brasília com grande freqüência. Podemos citar, como exemplos, o sanfoneiro Dominguinhos, que morou na cidade por alguns anos, e Jackson do Pandeiro, que até mesmo fez uma música em homenagem à cidade, denominada Rojão de Brasília. Mas ocorre que nunca houve grande esforço oficial de promoção ou valorização do forró, tampouco empenho para registrar sua história e criar a memória de um gênero musical que efetivamente floresceu na capital. De fato, o forró, na capital federal, sempre foi tratado, até por aqueles que efetivamente participaram dos movimentos de fixação e fortalecimento do gênero aqui, como simples entretenimento, e não como tradição cultural, à qual deveriam ser dedicados esforços de preservação e valorização. Dentre os inúmeros trios de forró que tocaram no planalto central, três merecem destaque pela excelente qualidade. São o Trio Siridó, o Trio Paranoá e o ForróQuimbó. Destaque para Arengando Arengando, de Anastácia.


Lado 1

1-Forró badalação
(Kim de Oly)

2-Estou morrendo de saudade
(José Carlos-Castanheiro)

3-Forró-quimbó
(Kim de Oly-Edinho Maia)

4-Ei pissiti
(Kim de Oly-Antônio Cecílio)

5-Querido Maceió
(Paulo Jitirama-Josilima)

6-Não deu certo aquilo
(Antonio Trajano-Zé do xaxado)

Lado 2

1-Por entre sons de viola
(Belizario-Diferraz)

 2-O gabola
(Kim de Oly-Geraldo Nunes)

3-Sete meninas
(Toinho-Dominguinhos)

4-Arengando arengando
(Anastácia)

 5-Me dá um cheirinho
(Jorge Rangel-Edinho Maia)

6-Homenagem a surubim
(Lú-Zé do Xaxado)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Programa Acervo Origens - 05fev2011

Hoje no Programa Acervo Origens temos Mário Zan, Cego Oliveira, Antônio Carlos Barbosa Lima tocando os prelúdios para viola brasileira de Theodoro Nogueira, ForróKimbó, pé de serra de Brasília, Ademilde Fonseca c/ Guio de Moraes e seu conjunto Melódico, Vital Farias e muito mais.
 
Programa Acervo Origens - sábado - 19hrs - Rádio Nacional Brasília Fm 96,1 ou on line no www.acervoorigens.com