O Programa Acervo Origens desta semana apresenta o violão de Rosinha de Valença interpretando Dorival Caymmi e Luiz Gonzaga, O Conjunto Brasilia Ritmos em gravações do álbum Ritmos do Brasil Vol. 2, de 1960, as raridades caipiras do acervo de Lucas Magalhães, o Vitrola Minha Vitrola e a voz da saudosa Clara Nunes em músicas de Paulinho da Viola, João do Vale, Sivuca e Paulo Cesar Pinheiro.
1) Porto das flores (Rosinha de Valença) com Rosinha de Valença
2) Morena do mar (Dorival Caymmi) com Rosinha de Valença
3) Asa branca (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira) com Rosinha de Valença
4) Bala com bala (João Bosco - Aldir Blanc) com Rosinha de Valença
5) Maracangalha (Dorival Caymmi) com Brasília Ritmos
6) Comprando barulho (Djalma Mafra - Jorge Tavares) com Brasília Ritmos
7) Baianinha (Humberto Teixeira - Alcyr Pires Vermelho) com Brasília Ritmos
8) Fantasia carioca (Alcyr Pires Vermelho - Oswaldo Santiago) com Brasília Ritmos
9) Moreninha, tá (Humberto Teixeira) com Brasília Ritmos
10) Advertência (Osvaldo Policastro) com Eduardo & Eduardinho
11) Na Luz Dos Olhos Seus (Biazinho - Mauro Amador) com Gauchito & Biazinho
12) Mão Fechada (Moacir dos Santos - Chico Vieira) com Itararé & Rei Do Mar
13) Vingança (Anacleto Rosas Jr - Paraíba) Paraíba & Zé do Vale
14) Magoada (João do Vale - Julinho) com Clara Nunes
15) Na linha do mar (Paulinho da Viola) com Clara Nunes
16) Ê baiana (Fabrício da Silva - Baianinho - Enio Santos Ribeiro - Miguel Pancrácio) com Clara Nunes
17) Estrela guia (Sivuca - Paulo Cesar Pinheiro) com Clara Nunes
Pesquisa, Produção e apresentação: Cacai Nunes
O Acervo Origens é uma iniciativa do violeiro, pesquisador e produtor musical Cacai Nunes e visa pesquisar, catalogar, divulgar e compartilhar conteúdos musicais na internet e em atividades culturais das mais diversas como shows, saraus, bailes de forró e programas de rádio.
Ao identificar, articular e divulgar a música brasileira, sua história e elementos – entendidos como o conjunto entrelaçado de saberes, experiências e expressões de pessoas, grupos e comunidades, sobre os mais diversos temas – o ACERVO ORIGENS visa contribuir para a geração e distribuição de um valioso conhecimento, muitas vezes ignorado e disperso pelo território nacional.
Mostrando postagens com marcador Música Caipira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música Caipira. Mostrar todas as postagens
domingo, 16 de fevereiro de 2020
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Vitrola Minha Vitrola - Acervo Lucas Magalhães
Uma satisfação enorme ver este conteúdo no ar e, agora, disponível para quem se interessa por raridades de música caipira. São 192 faixas, ou mais de 9 horas de gravações, dos mais obscuros compactos que fazem parte do Acervo do mano Lucas Magalhaes do Blog VITROLA MINHA VITROLA
Sério, vocês não vão encontrar nada parecido por aí. Sugiro uma visita no blog do endereço acima, pois o Lucas despeja textos deliciosos sobre os sons que disponibiliza.
Fico feliz em ter colaborado e ver este material novamente no ar. Vida longa ao Vitrola Minha Vitrola. É tudo nosso !!!!
Sério, vocês não vão encontrar nada parecido por aí. Sugiro uma visita no blog do endereço acima, pois o Lucas despeja textos deliciosos sobre os sons que disponibiliza.
Fico feliz em ter colaborado e ver este material novamente no ar. Vida longa ao Vitrola Minha Vitrola. É tudo nosso !!!!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Jacó e Jacozinho - Grandes pagodes de Jacó e Jacozinho - Coletânea
Texto: Gabriela Tunes
A dupla fazia muito sucesso e era notada por causa de suas vocalizações pouco usuais, com dissonâncias e mudanças de tonalidade. No ano de 1974, os mesmos Jacó e Jacozinho resolveram gravar canções de humor. Para não ficarem com fama de palhaços, mudaram o nome da dupla para Antonio e Amado, para gravar dois LPs com músicas engraçadinhas, como a que dizia "eu não quero mais pepino, nem do grosso nem do fino".
Jacó e Jacozinho gravaram mais de duzentas músicas, e foram referência para dezenas de duplas sertanejas. No ano de 1982, após o falecimento do Antônio Jacob, Amado Jacob gravou um último disco com outro irmão, Pedro Jacob, para cumprir um contrato com a gravadora. Eles ainda tentaram manter a dupla, mas a saúde do Amado Jacob não permitiu, porque ele sofria do Mal de Chagas.
Eis, então, que a saga dos Jacob não havia ainda terminado, porque Pedro Rafael Jacob, filho do Pedro Jacob, começou a cantar com seu pai. Formaram a dupla Jacó e Jacozito, que manteve-se em atuação por 13 anos, tendo gravado 7 CDs. Vários outros integrantes da família Jacob estão hoje por aí fazendo música brasileira.
Aqui, uma coletânea de 1980 com os maiores pagodes cantados por Jacó e Jacozinho, Antonio e Amado Jacob, com destaque pra "A viola do Zé".
Violada das boas !!
Aqui, uma coletânea de 1980 com os maiores pagodes cantados por Jacó e Jacozinho, Antonio e Amado Jacob, com destaque pra "A viola do Zé".
Violada das boas !!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Almir Sater – 1981 (22.09.2010)
Hoje, trago o primeiro disco solo gravado por Almir Sater, ainda no início de sua carreira, em 1981. Almir Eduardo Melke Sater nasceu em Campo Grande, MS, em 14 de novembro de 1956. Com 12 anos, já tocava violão. Com 20 anos, saiu do Mato Grosso do Sul e foi estudar direito no Rio de Janeiro. No Rio, desistiu dos estudos de advocacia, e passou a estudar viola com Tião Carreiro. Voltou para Campo Grande e formou, com um amigo, a dupla Lupe e Lampião. Em 1979, foi para São Paulo SP, onde conheceu a conterrânea Tetê Espíndola, do grupo Lírio Selvagem. Almir fez alguns shows com o grupo, depois passou a acompanhar a cantora Diana Pequeno. Começou a se apresentar mostrando suas composições, e, em 1981, foi convidado pela gravadora Continental para gravar esse disco que posto para vocês. Ele tem a participação especialíssima de seu mestre, Tião Carreiro. Ainda muito jovem, como podemos constatar nesse disco, Almir Sater já trazia energia renovada para a viola caipira. No ano de 1981, em meio à era do rock, da música americana invadindo o Brasil de ponta a ponta, a música rural estava desprestigiada. Almir Sater, com esse disco, mostrou que a viola poderia ser reinventada, atualizada, e falar a língua dos fãs do rock’n’roll. Com isso, ele foi considerado “sertanejo cult’, porque, além de tocar muito bem, era bom compositor.
ALMIR SATER – 1981
1- Estradeiro (Almir Sater – Paulo Klein)
2- Canta viola (Almir Sater)
3- Semente (Almir Sater – Paulo Simões)
4- O carrapicho e a pimenta (Almir Sater – Paulo Klein)
5- Flor do campo (Almir Sater)
Lado B
1- Aqui agora crianças (Paulo Simões – Geraldo Roca)
2- Velhos amigos (Paulo Simões)
3- Luz da fé (Almir Sater – Paulo Klein)
4- Bicho preguiça (Almir Sater – Paulo Klein)
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Inezita Barroso - 1960 - Eu me agarro na Viola (16.09.2010)
Inezita Barroso é baluarte da música caipira, termo que ela mesma utiliza e enaltece.
Nascida em 1925, no interior paulista, gravou nada menos do que 85 discos, entre 78 rpm, LPs e CDs.
Importante é lembrar que Inezita apresenta o programa Viola, Minha Viola desde 1980 na TV Cultura de São Paulo. Isso significa que é um dos programas mais antigos da televisão brasileira que continua no ar. Nele, Inezita resgata o ambiente rural, onde a música caipira floresceu, principalmente nas décadas de 50 e 60, com o crescimento das primeiras duplas, por meio de cenários do Brasil rural. Este, contudo, de fato, sofreu profundas modificações em 30 anos, modernizou-se, e perdeu as características que diferenciavam claramente os ambientes urbanos e rurais. Junto com isso, a população rural brasileira diminuiu vertiginosamente. Sendo assim, o programa de Inezita é, sem dúvida, um pedaço do passado na televisão brasileira. Tanto é que a maioria de seu público é de senhores e senhoras da terceira idade, que matam as saudades de uma vida à qual é simplesmente impossível voltar, porque aquele ambiente não existe mais. Porém, a despeito disso, a música caipira permanece. Assim como todo o contexto rural, a música caipira tradicional é preterida pela juventude, majoritariamente urbana, que não tem com ela nenhuma identificação. Mas ela é um patrimônio valioso da cultura brasileira, que não pode ser deixado de lado por mudanças contextuais. É urgente, então, que se encontrem meios de resgatar essa música e leva-la às mais novas gerações. A aproximação dos jovens da música caipira é uma forma de manter vivo o passado. A negação de tudo o que se associa ao ambiente rural pela juventude contemporânea, que é urbana, é também a negação de nossa memória, que é parte integrante de nós, porque nós, como seres humanos, somos constituídos de presente e memória. Não possuímos nada, a não ser os tesouros que herdamos de nossos antepassados, que são nossa cultura. Como o ambiente rural não existe mais, a música e a cultura podem ser a ponte que nos liga ao nosso passado e não nos deixa esquecê-lo, e essa consciência de nossas origens é fundamental para a construção de nossa identidade. Uma identidade verdadeira, que reflete o que fomos e o que somos, e não simulacros de algo que queremos ser, imitando coisas que vêem de fora. Por isso, Inezita é ainda tão importante. O programa dela é uma das principais resistências da música caipira. Aos 85 anos, a guerreira continua lutando por nobres causas. Parabéns para ela! Esse disco, de 1960, é ainda do início de sua carreira. Ouçam a madrinha da música caipira!
1960 - Eu me agarro na viola...INEZITA sua viola e seu violão
Lado A
1-Eu me agarro na viola (Tirana de Vila Nova) – Motivo Popular
(Recolhido por Waldemar Henrique)
2-Urutáu
(Lamartine Paes de Barros Machado)
3-Canção da guitarra
(Marcelo Tupinambá e Aplecina do Carmo)
4-Meu baralho - Moda
(Edvina de Andrade)
5-A trôco de quê?
(Luiz Vieira)
6-Moda da mula preta - Moda
(Raul Torres)
Lado B
7-Moda do bonde camarão - Moda
(Mariano da Silva e Cornélio Pires)
8-A voz do violão
(Francisco Alves e Horacio Campos)
9- Moda da onça – Moda
(Recolhida por Inezita Barroso)
10 -Moda do boi amarelinho – Moda
(Raul Torres)
11-Leilão
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Rolando Boldrin

1982 - Inventando "Moda"
Mais um belo disco de Rolando Boldrin aqui no Acervo Origens.

Datado de 1982, este disco apresenta composições do próprio Rolando Boldrin como "Faca de Ponta", "Atitude" (um belo samba e com arranjo orquestral muito interessante ! ), "Mariana e o Trem de Ferro" e "Amor de Violeiro" e outras de Raul Torres, Mariano, Alvarenga e Ranchinho, Mário de Andrade.
É coisa fina !!
É daqueles que vale a pena comentar depois de ouvir.
Bom Proveito !
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Coletânea - Jóias Sertanejas
1966 - Jóias Sertanejas
Coisa linda este LP. Novinho na coleção e já compartilhado aqui com todos vocês. Uma coletânea com alguns artistas caipiras da RCA da época.
O bom destes discos é que ao lado do nome das músicas, consta o gênero. Sendo assim, gostei de dois "huapangos" interpretados por "Nenete e Dorinho" e "Silveira e Barrinha".
Neste disco também, a primeira gravação de "Menino da Portêra" ( escrita assim mesmo), interpretada por Luizinho e Limeira.
Bom proveito.
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
Coisa linda este LP. Novinho na coleção e já compartilhado aqui com todos vocês. Uma coletânea com alguns artistas caipiras da RCA da época.
O bom destes discos é que ao lado do nome das músicas, consta o gênero. Sendo assim, gostei de dois "huapangos" interpretados por "Nenete e Dorinho" e "Silveira e Barrinha".
Neste disco também, a primeira gravação de "Menino da Portêra" ( escrita assim mesmo), interpretada por Luizinho e Limeira.
Bom proveito.
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
Assinar:
Postagens (Atom)


